Gere códigos GTIN e EAN-13 com o dígito verificador calculado pelo algoritmo oficial da GS1 — um por vez ou em lote de até 500. Suporta GTIN-8, GTIN-12 (UPC-A), GTIN-13 (EAN-13) e GTIN-14, com prefixo por país e imagem do código de barras para download.
Antes de usar em produto real
Os códigos desta página têm dígito verificador válido, mas não são registrados em nome da sua empresa. Para vender produtos de verdade em marketplaces ou emitir nota fiscal, obtenha códigos oficiais junto à GS1, a organização responsável pela emissão de GTIN no mundo. Use os códigos gerados aqui para testes, homologação e desenvolvimento.
Já tem um código e quer conferir se ele é válido? Use o validador de GTIN/EAN para verificar o dígito verificador e descobrir o país de origem do prefixo.
O que é GTIN e EAN-13?
O GTIN (Global Trade Item Number) é o número global que identifica um produto comercial de forma única. O EAN-13 (European Article Number) é o formato de 13 dígitos desse número — o mais usado no varejo do mundo inteiro. Ele é composto pelo prefixo do país, o código da empresa, o código do produto e um dígito verificador calculado a partir dos demais.
No Brasil, os códigos EAN-13 começam com o prefixo 789 ou 790, atribuídos pela GS1 Brasil. Além do EAN-13, o padrão GTIN abrange o GTIN-8 (embalagens pequenas), o GTIN-12 (UPC-A, padrão norte-americano) e o GTIN-14 (caixas e unidades de transporte, que levam um dígito indicador de embalagem na frente).
GTIN é obrigatório no Mercado Livre e na Shopee?
Na prática, sim, para boa parte das categorias. O Mercado Livre exige o GTIN no cadastro de muitas categorias e, quando o produto realmente não possui um, pede que você informe o motivo em um campo customizado — com opções como Artesanal, Kit, Não registrado ou Outro. A Shopee exige o GTIN/EAN em categorias específicas, como eletrônicos e eletrodomésticos.
Isso significa que um código gerado aqui não substitui um GTIN oficial. Se o produto é seu e vai ser vendido de verdade, o caminho é se associar à GS1 Brasil e receber um prefixo de empresa exclusivo. Se você revende produtos de outra marca, o GTIN correto é o que já vem do fabricante — não gere um novo. E se o produto é artesanal, kit ou sem registro, use o campo de exceção do próprio marketplace em vez de inventar um código.
Códigos gerados nesta página servem para testar sistemas antes de ter os códigos oficiais: validar integrações com API de marketplace, popular ambiente de homologação de ERP, testar leitores de código de barras, conferir se o seu cadastro rejeita corretamente um dígito verificador inválido, ou montar catálogos de demonstração.
Prefixos GS1 por país
Os três primeiros dígitos de um GTIN-13 indicam qual organização GS1 emitiu o código — não necessariamente onde o produto foi fabricado, mas onde a empresa se registrou.
País / região
Prefixo
Brasil
789–790
Estados Unidos e Canadá
000–019, 030–039, 060–139
Portugal
560
Espanha
840–849
Argentina
779
Chile
780
México
750
Colômbia
770–771
Paraguai
784
Uruguai
773
Peru
775
Alemanha
400–440
França
300–379
Reino Unido
500–509
Itália
800–839
Países Baixos
870–879
China
690–699
Japão
450–459, 490–499
Coreia do Sul
880
Índia
890
Perguntas Frequentes
Ele cria códigos com o dígito verificador correto para testes, homologação e desenvolvimento: integrações com APIs de marketplace, ambientes de teste de ERP, leitores de código de barras e catálogos de demonstração. Para vender produtos de verdade, você precisa de códigos oficiais da GS1.
Sim. Todos os códigos usam o algoritmo oficial da GS1: os dígitos são multiplicados alternadamente por 3 e 1 a partir da direita, somados, e o dígito verificador é o valor que completa a soma até o próximo múltiplo de 10. Por isso os códigos passam nas validações de e-commerces, ERPs e leitores de código de barras.
Não. Um código só é seu de fato quando emitido sob um prefixo de empresa registrado na GS1. Usar um número aleatório em produto real pode colidir com o GTIN de outra empresa, causar recusa no cadastro do marketplace e problemas na emissão de nota fiscal. Para uso comercial, associe-se à GS1 Brasil (gs1br.org).
GTIN é o nome do padrão de identificação; EAN é o nome histórico do formato de 13 dígitos. Na prática, EAN-13 e GTIN-13 são o mesmo código. O guarda-chuva GTIN também inclui GTIN-8, GTIN-12 (UPC-A) e GTIN-14.
O GTIN-14 identifica agrupamentos, não a unidade de venda. Ele leva um dígito indicador de embalagem na frente do GTIN-13 — por exemplo, uma caixa com 12 unidades de um produto. A unidade que vai para o consumidor continua usando o EAN-13.
Sim. Defina a quantidade (até 500) e a ferramenta gera todos de uma vez, sem repetições. Depois você pode copiar a lista inteira ou baixar em CSV para importar no seu ERP ou planilha de testes.
Use o validador de GTIN/EAN. Ele confere o dígito verificador, identifica o formato (8, 12, 13 ou 14 dígitos), mostra qual seria o dígito correto se estiver errado e resolve o país do prefixo GS1. Também valida listas inteiras de uma vez.